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Tipografia UFJ

EMILIANE DOS SANTOS BELO

AUTOR: EMILIANE DOS SANTOS BELO
TÍTULO: EFEITO DO ESTRESSE HÍDRICO NO METABOLISMO DE GABIROBEIRA
ORIENTADOR: Dr. ANTONIO PAULINO DA COSTA NETTO
ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: Não informada
LINHA DE PESQUISA: Não informada
DATA DE APROVAÇÃO: 21/03/2012

 

Resumo:

As respostas das plantas ao déficit são complexas, envolvendo mudanças adaptativas e/ou efeitos deletérios. Os danos causados por estresses às plantas podem ser reversíveis ou irreversíveis. O objetivo deste trabalho foi avaliar a tolerância da gabirobeira (Campomanesia spp) ao estresse hídrico e hipoxia de raízes durante 18 dias. Avaliou-se o conteúdo de matéria fresca, seca, água, AST, sacarose, amido, proteínas bruta, insolúvel, solúvel e aminoácidos de folhas e raízes, além dos parâmetros de crescimento como TCR, TCA, TAL, diâmetro do colo, comprimento e área de raízes. As gabirobeiras sob estresse hídrico apresentam redução no conteúdo de água, prejuízos na produção de biomassa de folhas e raízes, redução no conteúdo de AST, amido e no conteúdo de aminoácidos. Sob hipoxia, exibiram prejuízos na alocação de fotoassimilados da parte aérea para as raízes, e por isso armazenam grandes quantidades de amido, os maiores prejuízos ocorreram em raízes. As estratégias de sobrevivência ao estresse hídrico incluem a remobilização de carboidratos solúveis e de reserva da parte aérea para as raízes permitindo assim que as gabirobeiras escapassem da seca. Sob hipoxia o potencial hídrico das folhas foi sustentado com carboidratos solúveis oriundos da remobilização do amido, provavelmente também houve síntese e degradação de polipeptídeos e enzima em raízes devido a mudança do metabolismo aeróbio para anaeróbio.

 

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