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Tipografia UFJ

Jonathan Goularte Silva

AUTOR: Jonathan Goularte Silva
TÍTULO: ÍNDICE DE QUALIDADE DE UM PLINTOSSOLO ARGILÚVICO PARA FINS AGRÍCOLAS NO CERRADO DO SUDOESTE DE GOIÁS
ORIENTADOR: Prof. Dr. Hildeu Ferreira da Assunção, Co - Orientador: Prof. Dr. Edésio Fialho dos Reis
ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: Não Informada
LINHA DE PESQUISA: Não Informada
DATA DE APROVAÇÃO: 01/10/2010

 

Resumo:

A qualidade do solo é um conceito amplo que se refere ao equilíbrio entre os condicionantes químicos, físicos e biológicos do solo. Para a sua avaliação tem sido postulada a necessidade de identificar parâmetros do seu estado de conservação e/ou degradação. O objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade de solos de áreas de covais sobre vegetação nativa e em diferentes estágios de intervenção antrópica sob sistema de manejo de plantio direto. A coleta de amostras do solo foi realizada em setembro de 2009, na Fazenda Boa Vista, Jataí-GO. Para cada uma das áreas foi sorteada uma parcela de 1 ha, onde dentro de cada uma foram retiradas amostras de solo, da camada inicial de 0-10 cm. Foi realizado um levantamento fitossociológico nos covais que sofreram amostragem de solo e nas regiões localizadas embaixo dos morrotes. Para a amostragem das gramíneas e das ervas-daninhas nas demais áreas foi utilizado um amostrador de madeira, com dimensões de 0,5 X 0,5 m. Para proceder à modelagem do índice de qualidade do solo foram feitas amostragens de solo para a determinação de variáveis químicas, físicas e microbiológicas. A determinação dos índices de qualidade do solo foi feita utilizando o modelo aditivo de curvas logísticas de pontuação padronizada proposto por Karlen e Stott (1994). As variáveis estudadas foram agrupadas de acordo com cada uma das habilidades do solo e em seguida, elas foram submetidas à análise de Variáveis Canônicas e também a análise de contribuição relativa dos caracteres para diversidade, segundo o critério de Singh (1981), baseado na distância generalizada de Mahalanobis. Os índices de qualidade do solo para as áreas natural e sob 15 anos de intervenção antrópica foram estatisticamente semelhantes entre si, 0,70502 e 0,63352 respectivamente, e diferiram das demais áreas, que também diferiram entre si, com a área sob 10 anos de intervenção apresentando um índice de 0,38985 e a área sob 6 anos de intervenção antrópica um índice de 0,16729. O modelo não se mostrou eficiente para avaliar a “produção de biomassa” entre áreas agrícolas e naturais.

 

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