Carolina Messias Silva

AUTOR: Carolina Messias Silva
TÍTULO: CRUZAMENTO DIALÉLICO ENTRE DOIS GRUPOS DE POPULAÇÕES DE MILHO   
ORIENTADOR: Prof. Dr. Edésio Fialho dos Reis, Co-orientador: Prof. Dr. José Branco de Miranda Filho
ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: PRODUÇÃO VEGETAL
LINHA DE PESQUISA: FITOTECNIA
DATA DE APROVAÇÃO: 14/12/2015

 

Resumo:

No Brasil, a produção total de milho tem aumentado continuamente devido aos avanços na tecnologia, mas também às novas fronteiras para a cultura do milho, incluindo a expansão da segunda safra (safrinha; geralmente milho depois de soja). Portanto, a exploração de novas fontes de germoplasma é importante para atender às demandas atuais e futuras para desenvolvimento de cultivares modernas adaptadas à diversidade de ambientes ​​disponíveis para a cultura do milho. Objetivou-se com o presente trabalho, baseado em um dialelo (intergrupo), parcial fornecer informações quantitativas sobre o potencial dos dois grupos de variedades (NAP - exóticas; HG - local) quanto às capacidades combinatorias para dirigir a síntese de novas populações para serem usadas na geração de híbridos ou como base para seleção recorrente. Os experimentos foram realizados em duas épocas de plantio (Safra – primeira safra; safrinha - segunda safra) utilizando-se o delineamento em blocos casualizados com quatro repetições e parcelas de 5 m de comprimento espaçadas 0,9 m, com 25 plantas por parcela após o desbaste. Os seguintes caracteres foram avaliados: florescimento masculino, diâmetro de colmo, altura da planta, altura da espiga, número de ramificações do pendão, comprimento do pendão, diâmetro da espiga, comprimento da espiga, peso de espigas, rendimento de grãos. As populações avaliadadas apresentaram padrão aceitável para rendimento de grãos e características agronômicas, indicando boas perspectivas para a sua utilização em programas de melhoramento. A predição para as novas populações a serem sintetizadas a partir do cruzamento entre os dois grupos de variedades colaborou de maneira positiva e a população HG-3 foi a mais indicada, em ambas as épocas, como a variedade progenitora mais promissora do Grupo II (HG) a ser usada como base para a incorporação de variedades do Grupo I (NAP).

 

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